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O candidato a governador Gelson Merisio (PSD) esteve reunido com empresários na última semana e os tranquilizou: não haverá aumento de impostos, nem mesmo de forma indireta. O encontro foi na Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), em Florianópolis. A medida será garantida com uma gestão eficiente e com o enxugamento da máquina pública.

Merisio falou ainda em reduzir a alíquota da indústria dos atuais 17% para 12%. “Preservaremos com alguns dispositivos os setores que seriam atingidos, como o têxtil e o varejo catarinense, e abriremos mão de cerca de R$ 30 milhões em arrecadação de impostos”, explicou. É uma perda de receita no curto prazo, que será compensada pelo ganho de competitividade”, complementou Merisio.

O candidato defende um Estado enxuto, com corte de funções burocráticas, redução de 85% dos cargos comissionados, do número de secretarias de 18 para 10 e com a extinção de 100% das secretarias regionais. Com isso será possível aumentar a prestação do serviços público na ponta, para a população.

Merisio observou que Santa Catarina não chegou aonde está hoje – com o menor nível de desemprego do país, a menor taxa de analfabetismo e a maior longevidade – apostando em novidades. “Foi um processo de longo prazo, que foi se consolidando na medida em que conquistávamos indicadores cada vez melhores”.

Crédito e infraestrutura – para amenizar a falta infraestrutura enfrentada pelas indústrias, Merisio vai capitalizar o BRDE e abrir linhas de financiamento na ordem de R$ 11 bilhões. Serão R$ 6 bilhões para a iniciativa privadas, especialmente para micro e pequenas empresas, e o restante para obras de infraestrutura que vão aumentar a competividade.

Segurança pública – Merisio reforçou para as lideranças empresariais que o tema será uma das prioridades. A extinção de 1.200 cargos comissionados garantirá o pagamento de salário de 2.500 novos policiais. Paralelamente fará investimentos em tecnologia para combater o crime organizado.

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