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Com a proximidade das festas de fim de ano, aumenta o volume de importação de produtos para o Natal. O desejo das pessoas de montar uma decoração bonita, seja para receber convidados ou curtir o clima da época, também rende dividendos à atividade econômica no período. As importações vão desde brinquedos, produtos para lojas de R$ 1,99, pinheiros artificiais e guirlandas, até itens que podem ser aproveitados ao longo do ano, como pratos, talheres, e eletroportáteis.

Os chineses são os maiores exportadores dos enfeites de Natal que chegam ao Brasil. As importações brasileiras de produtos da China costumam atingir seu auge nos meses de agosto e setembro, quando desembarcam até 60% dos enfeites de Natal daquele país. Entre os itens de presentes trazidos do continente asiático pela Allog International Transport em 2017, por exemplo, estão os eletroportáteis, com um crescimento de 104% no período de maio a agosto na comparação com janeiro a abril.

“Sabe-se que em anos economicamente aquecidos é possível registrar um fluxo alto de importações até a primeira quinzena de outubro, último período para embarque das cargas destinadas ao Natal”, destaca Maiara Cordova, coordenadora de produto de importação marítima da Allog. Em 2016, o volume importado de janeiro a abril, segundo a Antaq, teve média mensal de 2,3 milhões de toneladas. Já no peak season – período que reflete o aumento de importação vinda da Ásia – a média mensal foi de 2,6 milhões de toneladas, chegando ao pico de 2,8 milhões de toneladas, uma alta de 22,5% em relação à média mensal dos quatro primeiros meses do ano.

Outro segmento do comércio – à parte do varejo de presentes – que registra ganhos no período de Natal é o de iluminação e elétrica. As lojas do ramo investem na importação dos famosos pisca-piscas e em enfeites movidos à eletricidade. Algumas compram também guirlandas, árvores e bonecos, na tentativa de aproveitar o movimento maior trazido pelo período.

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