(Divulgação)
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No dia 8 de abril, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde realizará uma videoconferência com todas as equipes regionais e municipais de imunização de Santa Catarina para discutir a estratégia da 18ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza no Estado.

De acordo com o Ministério da Saúde, a campanha ocorrerá do dia 30 de abril a 20 de maio, sendo 30 de abril o dia “D” de mobilização nacional para intensificação da vacinação.

Até o momento, a Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina não recebeu o cronograma de distribuição de vacinas por parte do Ministério da Saúde, somente teve acesso a um informe da assessoria de comunicação do Ministério da Saúde assinalando que serão distribuídas, no período de 1º a 15 de abril, cerca de 48% do total de doses para o Brasil.

De acordo com o Informe Técnico da Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza 2016, Santa Catarina receberá 1.759.000 doses da vacina. Assim, se cumprida a previsão de envio da primeira remessa, o Estado deverá receber 844 mil doses para iniciar a campanha.

Distribuição

A logística de distribuição das vacinas ocorre da seguinte forma: da Central Nacional de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Cenadi) do Ministério da Saúde, com sede no Rio de Janeiro, as vacinas seguem por transporte aéreo para os estados. Em Santa Catarina, o destino é o aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis, de onde as doses são enviadas para a Central Estadual de Rede de Frio, em São José, pelo sistema de transporte rodoviário do Ministério da Saúde.

Na Central, onde são conferidas e armazenadas, as vacinas são distribuídas às 19 Gerências Regionais de Saúde para retirada pelos municípios e posterior encaminhamento às salas de vacina. Durante todo esse processo, que leva em média de uma a duas semanas, as vacinas devem ser conservadas em temperaturas variando de +2°C a +8°C. Qualquer variação da temperatura para fora dessa faixa poderá acarretar na perda da qualidade ou até mesmo inutilização das mesmas.

Quem deve receber a vacina

A população prioritária desta campanha é formada por indivíduos com 60 anos ou mais, crianças na faixa etária de seis meses a menores de cinco anos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), e os grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais*.

*Indivíduos que apresentem pneumopatias (incluindo asma); cardiovasculopatias; nefropatias; hepatopatias; doenças hematológicas; distúrbios metabólicos; transtornos neurológicos e do desenvolvimento (como epilepsia, paralisia cerebral, síndrome de Down, entre outros); imunossupressão associada a medicamentos, neoplasias, HIV/Aids ou outros; obesidade; e pacientes com tuberculose, de todas as formas.

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