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    Comissão aprova requerimento de Caropreso que pede audiência pública para discutir a Telemedicina

    O parlamentar salienta que é preciso ampliar o debate em torno da regulamentação para que o serviço seja benéfico para todos

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    A assistência médica intermediada pela internet já é realidade em muitos países, inclusive no Brasil. Santa Catarina é um dos estados pioneiros e já conta com experiências bem-sucedidas de telemedicina na realização de exames.

    O Estado já tem um sistema de telemedicina na área de cardiologia que possibilita que uma pessoa em uma cidade do interior faça, por exemplo, um eletrocardiograma que é transmitido via internet para uma equipe de cardiologistas no Hospital Universitário em Florianópolis para avaliação de médicos especialistas.

    Mas o assunto ainda tem provocado muita polêmica. A Comissão de Saúde deverá fazer, em breve, uma audiência pública sobre o tema, solicitada pelo deputado Dr. Vicente Caropreso que é vice-presidente da comissão.

    O parlamentar considera o debate importante, pois, se de um lado os avanços tecnológicos auxiliaram em muito a medicina, a telemedicina tem impactos na relação entre paciente e médico que precisam ser melhor avaliados.

    Uma resolução sobre o tema foi publicada em fevereiro pelo Conselho Federal de Medicina e deveria entrar em vigor em maio, mas provocou tanta polêmica que acabou revogada. A normativa possibilitava até dez consultas online, ou seja, com o médico e o paciente em locais diferentes. A primeira consulta teria que ser presencial e as outras poderiam ser pela internet e no caso de regiões remotas até a primeira poderia ser virtual.

    O parlamentar salienta que é preciso ampliar o debate em torno da regulamentação para que o serviço seja benéfico para todos. “Esta é uma situação que precisa muito bem avaliada para que possamos tomar uma decisão com tanta repercussão.”

    É a preocupação também das autoridades sanitárias do Conselho Regional de Medicina, das Entidades que envolvem a prestação de serviços médicos em Santa Catarina. “Por essa razão, é fundamental a participação do parlamento nesta discussão através da Comissão de Saúde”, enfatizou.

    A data e o local do ainda serão definidos pela comissão de Saúde da Assembleia Legislativa.


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