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    Homem é condenado a 60 anos de prisão após latrocínio contra casal de idosos

    Homem que matou idoso e esposa para roubá-los é condenado a 60 anos de prisão

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    Casal assassinado.

    Henrique Quirino de Marcos foi condenado a 60 anos de reclusão pelo crime de latrocínio contra um casal de idosos, na cidade de Vitor Meireles, no Alto Vale do Itajaí. A decisão foi proferida pelo Juízo da Vara Única da Comarca de Presidente Getúlio, após denúncia do Ministério Público (MP).

    O crime foi cometido na noite do dia 15 e na madrugada do dia 16 de setembro do ano passado na localidade de Rio Bruno. O homem invadiu a residência do casal de idosos e com uso de violência subtraiu uma televisão, um celular, duas espingardas, dinheiro e 15 pássaros da propriedade das vítimas José Floriano da Silva, 71 anos, e Tereza Calizário da Silva.

    Os dois foram mortos com pauladas e facadas e os corpos localizados por vizinhos do casal no dia seguinte ao crime. José Floriano da Silva foi golpeado 16 vezes com a arma branca e encontrado a 25 metros da casa. Já Tereza Calizario da Silva sofreu golpes na cabeça com um bastão de 50 centímetros e foi arremessada de um barranco de aproximadamente seis metros de altura antes de ser arrastada por 30 metros e lançada em uma ribeira de quase nove metros de profundidade. 

    Na dosimetria da pena, o magistrado promoveu a análise das circunstâncias judiciais levando em conta a existência de três circunstâncias judiciais desfavoráveis (culpabilidade, antecedentes e circunstâncias do delito), e fixou a pena-base em 30 anos de reclusão e 15 dias-multa, duas vezes, uma para cada vítima, pena mantida nas demais etapas. O juiz de Direito ainda negou o direito de o réu responder em liberdade, pela necessidade de garantia da ordem pública e para a aplicação da lei penal.

    “Haja vista a gravidade concreta do delito, sua multirreincidência em crimes dolosos praticados mediante violência, bem assim a informação dada pelo próprio réu de que não tem paradeiro certo, nos moldes do que já foi decidido anteriormente”, concluiu. Da decisão, cabe recurso ao TJ.


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