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    Hospitais mantêm atendimento, mas movimento em emergência cai pela metade

    Em relação aos dias normais, a procura caiu pela metade devido à dificuldade de locomoção enfrentada pela população

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    Paulo Goeth / SES

    A dificuldade de locomoção da população faz com que o movimento em hospitais públicos de Santa Catarina apresente redução que chega a 50% em algumas unidades nesta segunda-feira, 28, oitavo dia de paralisação dos caminhoneiros.

    Os esforços do Governo do Estado, por meio do trabalho executado pelo Comitê de Crise, vem garantindo o abastecimento de insumos hospitalares (oxigênio, soro, entre outros) e medicamentos para o pleno funcionamento dos hospitais.

    Redução

    Um dos mais movimentados do Estado, o Hospital Celso Ramos, no centro de Florianópolis, não registrou prejuízo para pacientes que necessitaram de atendimento emergencial. De acordo com diretor da unidade, Valmor Elpo, as unidades se encontram lotadas, mas a procura pelo serviço de emergência apresentou redução de 60%. “Tanto no ambulatório geral, quanto no ortopédico, o movimento reduziu em torno de 30 e 50%, respectivamente”, disse.

    O movimento no setor de emergência também apresentou redução significativa no Hospital Regional de São José. Em relação aos dias normais, a procura caiu pela metade devido à dificuldade de locomoção enfrentada pela população

    Abastecimento

    O grupo de trabalho no Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cigerd) atua para reforçar o abastecimento em diversas unidades. O Hospital Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí, tambem recebeu suprimento de gás após escolta coordenada pelas equipes do Governo do Estado e Polícia Militar.

    De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, as cirurgias serão reagendados assim que a situação se normalize.

    Negociações entre Governo do Estado e manifestantes resultou em poucos avanços


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